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06 de janeiro de 2021

Você sabia que 34% da população brasileira adulta nunca foi ao oftalmologista?

A informação é resultado de pesquisa do Ibope com o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO). No País, a negligência com os olhos atinge cerca de 35 milhões de pessoas que sofrem com algum tipo de problema na visão, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o médico Dr. Ruy Cunha Filho (CRM: 17.969), oftalmologista do DayHORC, empresa do Grupo Opty, os problemas podem ser amenizados e até evitados com ações preventivas e idas regulares ao consultório, mesmo em tempos de pandemia, que é um período em que os olhos estão vulneráveis ao excesso de telas, como computador, celular, televisão, tablet, etc.

“A maioria das pessoas costumam ir ao oftalmologista apenas quando a doença já se manifestou e provocou algum tipo de incômodo. Mas, o ideal é que a população se conscientize e cuide da saúde de forma preventiva, não somente quando a doença já está instaurada. Esse comportamento precisa ser reforçado, pois muitas doenças são silenciosas, ou seja, podem ocorrer sem sintomas e prejudicar de forma definitiva a visão. Por isso, uma consulta anual torna possível o diagnóstico precoce e a prevenção”, esclarece Dr. Ruy Cunha Filho, explicando que essa prática deve acontecer em todas as fases da vida, da infância à terceira idade.

A oftalmologista Drª. Christine Sampaio, também do DayHORC, chama atenção às pessoas que têm problema crônico na visão, a exemplo do glaucoma. “Este público não pode parar o tratamento, mesmo que a nossa realidade seja de isolamento social. Trata-se de uma doença degenerativa grave e silenciosa, que afeta cerca de 900 mil pessoas no Brasil, principalmente a população negra, e representa a segunda causa de cegueira no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS)”. Embora não tenha cura, o glaucoma, na maioria dos casos, pode ser controlado com tratamento adequado e contínuo, fazendo com que a perda da visão seja prevenida.

Outras patologias graves

Além do glaucoma, existem outras patologias que levam à cegueira não-reversível, como a retinopatia diabética e a degeneração macular relacionada a idade (DMRI). A catarata, importante causa de baixa visão ou cegueira, é reversível com a cirurgia de facoemulsificação. Tais condições afetam principalmente pessoas acima de 60 anos, porém também podem aparecer precocemente em pacientes com fatores de risco.

“As principais causas de cegueira e deficiência visual em adultos e idosos estão associadas ao envelhecimento da população, independentemente da classe social, chegando a ser de 15 a 30 vezes maior em pessoas com mais de 80 anos do que na população com até 40 anos de idade”, conta Dra. Christine Sampaio.

Na infância, os pequenos estão suscetíveis a apresentar catarata e glaucoma congênitos, de difícil tratamento e mau prognóstico visual. O estrabismo e os altos graus de ametropias devem ser diagnosticados e tratados precocemente, sob o risco de levarem à ambliopia (visão preguiçosa), irreversível após os sete anos de idade. Entre os jovens, as principais causas para perda de visão incluem trauma ocular (acidentes como “boladas” e outros impactos nos olhos), descolamento da retina e doenças neurológicas e degenerativas, como a neurite óptica e a inflamação do nervo óptico.

Prevenção, detecção e tecnologias

Para detecção de doenças que afetam a visão, um exame oftalmológico completo inclui: anamnese (histórico do paciente e familiar, antecedentes pessoais, medicamentos em uso), acuidade visual com e sem correção refracional, exame biomicroscópico em lâmpada de fenda, exame de fundo de olho e tonometria (medida da pressão intraocular). Em algumas situações são necessários exames complementares, como exame de campo visual no caso do glaucoma, retinografias com uso de contraste endovenoso e/ou tomografias da retina, em casos de retinopatias.

Vale ressaltar que as tecnologias estão sempre avançando e trazendo não somente novas possibilidades para o combate às doenças que causam cegueira, mas também ajudando os pacientes com perda visual acentuada. “Há auxílios ópticos de magnificação digital para pacientes com visão subnormal, além de interface associada à inteligência artificial para celular, o qual reconhece, através da câmera do aparelho, o ambiente e o descreve para o paciente com baixa visão”. Na Bahia, além de equipamentos modernos e equipe altamente qualificada, o DayHORC e as demais unidades que compõem o Opty – maior grupo de Oftalmologia da América Latina, dispõem de um moderno Centro Cirúrgico (HOBrasil) para a realização de procedimentos.

Novo Normal

Mesmo com a pandemia do Novo Coronavírus, todas as unidades do Grupo Opty na Bahia – DayHORC, Instituto de Olhos Freitas, Instituto de Olhos Villas e Oftalmoclin – estão seguindo todos os protocolos de segurança em relação aos pacientes durante consultas, exames e procedimentos cirúrgicos, inclusive os eletivos.

Funcionando de forma integral dentro do “Novo Normal”, Dr. Ruy Cunha Filho e Drª. Christine Sampaio (CRM: 12.950) explicam que as medidas de segurança vão desde o momento do agendamento, quando é feita uma triagem via telefone, até o atendimento pelo médico no consultório. Chegando à clínica, o paciente passa pela aferição de temperatura e tem uma máscara de proteção e álcool em gel 70% disponibilizados para ele. Além disso, todos os colaboradores e médicos utilizam EPI’s; e os consultórios, centros cirúrgicos e ambientes de comum acesso são higienizados constantemente.

Recentemente, o Grupo Opty firmou parceria com o Einstein, referência internacional de qualidade na área de saúde, para avaliar as instalações e os processos de segurança e higiene de suas unidades espalhadas pelo Brasil, no enfrentamento ao Novo Coronavírus, com a finalidade de certificar com um selo os estabelecimentos que estão seguindo rigorosamente os protocolos de prevenção definidos e exigidos pelo Einstein.

Inicialmente, o projeto-piloto está sendo implementado em São Paulo e, posteriormente, expandido para as demais regionais do Grupo Opty, inclusive no Nordeste. O intuito da parceria é garantir ainda mais segurança, através das melhores práticas, para o paciente voltar à rotina de consultas e exames em clínicas e hospitais, uma vez que o cuidado com a saúde, inclusive dos olhos, não pode parar.

Além dessas ações, as unidades desenvolveram diversos materiais de comunicação, tais como vídeos, cartazes, eventos e cards online, para orientar o corpo clínico e os funcionários em relação à Covid-19, assim como reforçar os protocolos de higiene e de segurança existentes.

O Grupo Opty também contratou a Assist Care, empresa da BSL, para monitorar os casos suspeitos e garantir o acompanhamento e orientações corretas aos colaboradores. Quem notifica sintomas da doença é direcionado imediatamente para a busca de atendimento médico e diagnóstico preciso. Todos os funcionários dos chamados grupos de risco estão afastados de suas atividades ou em home office. Além disso, há uma dedicação extra com a saúde mental dos colaboradores, com o oferecimento de suporte psicológico aos que necessitam de ajuda.

Responsável técnico: Dr. Ruy Novais Cunha – Diretor Técnico Responsável – Oftalmologista – CRM/BA 5775

Fonte:
https://g1.globo.com/ba/bahia/especial-publicitario/day-horc/noticia/2020/11/30/34percent-dos-brasileiros-adultos-nunca-foram-ao-oftalmologista.ghtml